sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Plantio de eucalipto para fins de serraria


Segundo dados da Sociedade Brasileira de Silvicultura, a produção de eucalipto e sua condução para fins de obtenção de madeira serrada justifica-se tanto em casos de arrendamento com ciclo final de 15 anos como em terra própria. Em estudos realizados por Robison Giovani Volkweis no seu trabalho “Rentabilidade Econômica do Eucalipto Conduzido para Produção de Madeira Serrada no Oeste do Estado do Paraná” isso se comprova(artigo completo disponível na sessão “Destaques” do site www.sbs.org.br).

Em números, VOLKWEIS (2009) traduz as vantagens do investimento em plantio para obtenção de madeira serrada em área de terra própria por volta de 1,70, sendo seu valor presente líquido médio igual a R$ 10.476,69, e taxa interna média de retorno de 11,20%.

O investimento realizado para produção de eucalipto conduzido para obtenção de madeira serrada em área de terra arrendada apresenta um valor presente líquido médio igual a R$ 16.112,96.

Em última análise, o investimento para cultivo de eucaliptos apresentar maior viabilidade de implantação em terra arrendada no cilco de 15 anos, apresentando um valor presente líquido médio 65,02% maior.

Tanto em um caso como no outro a implantação são consideradas como investimento de reduzido risco econômico.


Fonte: SBS (www.sbs.org.br).

Vem aí pacote do Governo para setor florestal


Com um Código Florestal instituído em 1965 e que segue defasado para atender as demandas atuais, o Ministro do meio ambiente Carlos Minc noticiou para a próxima semana a assinatura de um pacote ambiental pelo presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva. A medida busca resolver demandas do setor para sanar, ainda que em parte, as divergências entre ruralistas e ambientalistas a esse respeito.

Entre as pautas tratadas pela lei, a questão das cotas em reservas legais, a aquisição e/ou doação posterior de terras em unidades de conservação estaduais ou federais aos produtores rurais.

O Ministro trabalha sobre uma pauta bastante polêmica e deve sofrer críticas de diversos setores da sociedade que se organiza em prol da conservação ambiental. Á margem da discussão se crê estar o pequeno produtor. Teme-se que os benefícios gerados pela Lei sejam catalisados pelos grandes empresários do setor em detrimento daqueles que realmente precisam.

Num âmbito onde a fiscalização ainda está aquém do esperado, uma ação permissiva pode desencadear um verdadeiro desastre às nossas reservas naturais.

No entanto, é preciso sair do imobilismo, da inércia institucional. E para garantir certa moderação no espírito especulativo que orienta certos setores de interesse o Ministro adiantou que o acordo exclui qualquer possibilidade de anistia total como direito adquirido contra desmatamentos anteriores ou a delegação de poderes na esfera ambiental aos Estados, a redução da reserva legal na Amazônia de 80% para 50% e a soma dessa reserva legal a Áreas de Preservação Permanente (APPs) em todos os casos.

Fontes: Valor Econômico e Boletim Painel Florestal

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Sobre a utilização de inseticidas no combate às Formigas – Cortadeiras.


Sobre a utilização de inseticidas (formicidas) para uso agrícola, o orgão responsável pela avaliação técnica no âmbito internacional, o FSC, traz novo parecer divulgado no início do mês de setembro (02/09/2009). Consta do documento, a avaliação de revisores técnicos internacionais dos inseticidas de uso restringido. Nele, orientam ao FSC que permita o uso de todos os inseticidas utilizados no Brasil para controle de formigas cortadeiras. Os técnicos aprovaram o uso da Sulfluramida, o Fipronil, a Deltametrina (formulação pó) e o Fenitrotion. Também foi aprovado o Fipronil para controle de cupins. Reprovados nos testes os produtos Deltametrina (líquido) e Alfa-Cipermetrina.

Fonte: IPEF Notícias.


Mais infromações:

Métodos, técnicas e combate, acesse o link ou clique sobre a capa do livro abaixo:


Livraria Universo Agrícola:


segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Reaquecimento do mercado e plantio de florestas de eucalipto

Reativado o mercado silvicultural do eucalipto, empresas voltam a incentivar o seu plantio como forma de manutenção dos setores de produção. A exemplo disso, instituições responsáveis pela proteção e desenvolvimento florestal estão desenvolvendo políticas de incentivo e produção com vistas a garantir o atendimento à demanda por madeira que é cada vez maior. Tendo em vista a adoção de uma política ambiental sustentável, o eucalipto, como comprovam diversas pesquisas é apontado como a melhor saída. Com intuito de reduzir a pressão e destruição da mata nativa, a árvore de florestas plantadas tem o crescimento rápido e múltipla utilização como matéria prima para inúmeros subprodutos.

Um bom exemplo vem de uma cidade mineira, citada pela Sociedade Brasileira de Silvicultura (SBS). A cidade de Ubá, em Minas Gerais, que é reconhecida nacionalmente por seu pólo moveleiro, tem pretenção de se tornar independente na produção de chapas de MDF. Tal meta impõe um planejamento e estratégias bem arrojadas. O desmatamento na região chegou a 40.836 hectares só em vegetação nativa.

A crise financeira conseguiu assustar o setor silvicultural, mudando planos e ações de muitos empreendedores, mas aos poucos vem se estabelecendo um novo quadro no setor, uma vez que o "APAGÃO DA MADEIRA" como ítem energético e de outros fins de produção já é uma realidade. O projeto da cidade mineira visa ao plantio de 2.500 hectares de eucalipto. Para alcançar essa meta foi desenvolvida uma parceria entre a indústria moveleira , a Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia e a Universidade Federal de Viçosa (FV).

Sobre o metodo econômico e prático do seu plantio, o produtor tem vasta literatura produzida nas vias acadêmicas, podendo acessar o site da livraria UFV on line e lá encontrar o que é mais adequado. Tenho dito.


Clique na capa para fazer o seu pedido!
Livro Plantio Econômico e Prático de Eucalipto
Livro "Plantio Econômico e Prático de Eucalipto"

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Sobre o mercado no setor de vendas de "Papelão Ondulado"




Foram registradas as vendas de 164,5 mil toneladas de Papelão Ondulado em janeiro segundo a ABPO. Isso denota o crescimento de 4,7% em relação a dezembro de 2008 (157,1 mil toneladas) e queda de 8,3% em relação a janeiro de 2008 (179,4 mil toneladas). O presidente da associação, Paulo Sérgio Peres, espera o fim do trimestre para divulgar as previsões para o ano.
Espera-se que o governo federal através do Ministério do Meio Ambiente (MMA) na Amazônia garanta a fiscalização e aumente o rigor na liberação da madeira nativa para valorizar todo o investimento na certificação e no desenvolvimento de florestas plantadas.

Informe:
Segundo a MP nº 458 de 10 de fevereiro de 2009 as terras ocupadas em áreas da União, no âmbito da Amazônia Legal, deverão atender os critérios e normas ambientais, obtendo a posse definitiva só aqueles que zerarem o passivo ambiental, não desmatar e respeitar a reserva legal. O prazo é de 10 anos de posse, perdendo esse direito que infringir as regras estabelecidas pela MP. A MP assegura, também, as áreas protegidas. Ficaram fora da possibilidade de regularização terras ocupadas ilegalmente em Áreas de Proteção Permanente, áreas indígenas demarcadas ou não e Florestas Nacionais.
Fonte : http://www.sbs.org.br/




Explicando:




"Chapa de papelão Ondulado - a placa é feita de uma combinação de duas folhas de papel os chamados “forros” colados a um meio interno ondulado chamado miolo. Estas três camadas de papel são montadas em uma maneira que dê à estrutura total uma força melhor do que aquela de cada camada distinta. Esta construção engenhosa dá forma a uma série dos arcos conectados que são conhecidas para que sua forma suporte pesos fortes. Esta estrutura dá a chapa ondulada a rigidez e a resistência consideráveis. O ar que circula nos espaços serve também como um isolador que fornece a proteção excelente às variações da temperatura. Há muitos tipos de ondulados, cada um com tamanhos diferentes de miolos e de perfis que oferecem muitas combinações projetadas para empacotar com as características e os desempenhos diferentes."



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Livro sobre eucalipto leva o pequeno produtor a plantar florestas em pequenas propriedades




Resistindo ainda a crise deflagrada nos últimos tempos, muitos proprietários rurais estão investindo no plantio de eucalipto. Em tempos de especulação e informações infundadas, o importante é usar de bom senso e sabedoria, o que sabemos ser um talento imprescindível ao homem do campo. Além da força do capital nas decisões que levam à plantação desta árvore, o que se percebe é a nítida consciência de que uma propriedade deva ser gerida numa perspectiva de diversidade e sustentabilidade. Então, por que não plantar a árvore que agregará valor á propriedade, que recuperará as áreas degradadas e possibilitará o uso da madeira para fins diversos na própria propriedade, não é mesmo?
O que me alegra é, ao vender o livro sobre o "Plantio Econômico e Prático de Eucalipto", ver que o produtor está ganhando nova consciência do valor de sua propriedade e de sua contribuição para a melhoria da qualidade de vida no campo.
Pedidos pelo e-mail: brunoteenager@gmail.com
O autor
Novo informe:
Segundo matéria da Sociedade Brasileira de Silvicultura veiculada no dia 11 de fevereiro de 2009, a modernização do manejo de florestas nativas poderá propiciar uma aceleração na sua regeneração natural e diminuição no tempo de recuperação da floresta. Com os avanços tecnológicos a exploração florestal se tornaria, assim, mais especializada, o que resultaria na formação de grupos com capacitações técnica, científica e gerencial capacitados para utilizar as florestas nativas.
Mais informações, acessem o site cujo endereço é http://www.sbs.org.br/.
Fontes: http://www.sbs.org.br/
Moacir Medrado – Embrapa Florestas.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Encontro estadual sobre Florestas energéticas

Afim de desnvolverem a produção de produtos oriundos de florestas plantadas, a Embrapa e o Governo de Minas Gerais realizarão o 1º Congresso Brasileiro sobre Florestas Energéticas em Belo Horizonte. A data compreende os dias 02 a 05 de junho do ano corrente ( 2009). Sobre a responsabilidade da Embrapa Florestas e da Sociedade de Investigações Florestais (SIF), o evento tem como público alvo os silvicultores, as empresas, bem como os técnicos, gerentes e diretores da área florestal e de tecnologia de conversão de biomassa em energia. Quem pode participar? Os prestadores de serviço, pesquisadores, professores e estudantes com interesse na cadeia produtiva da madeira
Mais informações no site www.florestasenergeticas.com.br.
Fonte: Embrapa Florestas.
Livro sobre plantio de eucalipto: Plantio Econômico e Prático de Eucalipto
Vendas pelo e-mail: brunoteenager@gmail.com